*imagens da Internet
O poema dos Artistas inVisíveis.
Feito a IZA, ela era “Dona de si”!
Tal qual Anitta; “Poderosa”!
Bem como Winderson; fazia rir.
Se vestiu de Marília, de Maiara, Maraisa...
virou: “Patroa”!
Ele, na rua tirava onda – feito Medina,
no campo da vida foi rei; Pelé.
Quando preciso, cantava suave,
cadenciado tal qual; Bryan Behr.
Ela abria seus braços no palco da vida
Rodava, girava, quem a via lembrava: Maria Rita.
Não havia um que não se espantava
com a oratória dela,
lá na rua onde morava seu apelido: M. S. Cortella.
Lá na vila tinha um “Chaves”,
tinha um senhor; Chico... Anysio
Não, nem te conto, você não sabe da melhor
Lá na minha rua só tinha talento
Tinha o “bigode”, deitava na rima feito Belchior
Uma moça escrevia uns textos
que só acreditava “quem visse”
tinha gente lá no bairro
– quem conhecia a referência, é claro –
que a achava: “Clarice”.
Tinha outra,
seu talento era o mistério,
se não me falha a memória
seu apelido: “Agatha Christie”
a contadora de história!
[Tinha um tal menino lá, que desde novo
- Uns lembravam até o Fernando “em pessoa” -
Pois este rabiscava aos montes
mas ele só queria mesmo
com sua poesia ser um “Horizonte”.]
Feito “Cirque du Soleil”
Sim, aquele lá de fora
Tinha um brother meu
Nem te conto, deixava muitos no ‘chinelo’
Ele fazia ‘miséria’ quando lhe davam uma corda
Lá na rua da minha mãe
havia um menino bom
Pegava seu violão,
sua camisa amassada,
estampa de “nova Iorque”
O rapaz de tão bom que era
só dedilhava Tiago Iorc
ou o Chico "da Bossa Nova".
Tinha um outro, uma outra...
Rapaz, olha, talento puro, vou falar pra você
Dominavam a rima
Mas dormiam na esquina
Tal qual “Criolo” provavam, infelizmente, que:
NÃO, “Não existe amor em SP”
O mais engraçado de tudo
era que todos esses homens, mulheres,
garotas e garotos
se camuflavam na massa,
não, eles não eram “artistas” mesmo sendo.
eram; gente da gente, o proletariado...
O povo da praça!
Um desses talentos era Padeiro.
Outro era Ambulante. O da ‘rua da minha’ era Bibliotecário.
Tinha um desses que era Feirante.
Mas, às vezes, A VIDA É MESMO ASSIM
uma peça - comédia
então, se estivermos todos no palco,
Quem estará na platéia a rir!?
Esse texto é dedicado aos artistas do dia a dia; um pai, uma mãe, aos senhores e aos muitos jovens, desconhecidos, pelo “palco” do sucesso, mas reconhecidos pela “plateia” da vida! E que o prêmio é levar arte e alegria aos que tem vida sofrida. Parabéns... todo dia!!!
Por Anderson Horizonte - Autor de Rios de Lembranças, Ed. Chiado books 2021
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